Após a coleta, os RSD são transportados para depósitos ou para tratamentos. No Brasil, esses depósitos ou locais de destinação final são lixões, aterros controlados ou aterros sanitários.
Lixão: Ocorre à disposição do lixo a céu aberto, sem critério de proteção ao ambiente o que possibilita o livre acesso de vetores de doenças (moscas, mosquitos, ratos, e baratas).
Aterro Controlado: De acordo com a ABNT/NBR-8849/85, no aterro controlado a disposição do lixo é feita em local controlado onde os resíduos sólidos recebem uma cobertura de solo ao final de cada jornada.
Aterros Sanitários: O lixo é depositado em solo impermeabilizado e possui um sistema de captação de chorume (líquido resultante da decomposição da matéria orgânica do lixo) e gases para evitar a contaminação do solo e da água subterrânea. No município de São Paulo, os resíduos sólidos domiciliares gerados são destinados aos aterros sanitários, uma das formas mais adequadas de disposição final do lixo e aquela que causa menos impacto, considerando inclusive o grande volume gerado.
Nos últimos 40 anos, as grandes cidades têm gerado resíduos sólidos em quantidades cada vez maiores ocorrendo, também, escassez de áreas para aterros sanitários e os mesmos ficam cada dia mais distantes da geração dos resíduos sólidos, pois a população não quer conviver próxima aos aterros resultando, assim, no aumento dos custos dos serviços de coleta, destinação e tratamento dos resíduos. Visando minimizar esse efeito negativo de localização dos aterros sanitários foram criadas as chamadas “Estações de Transbordo”.